Pontos-chave
- O Equador reviveu as zonas francas no final de 2023, substituindo o modelo ZEDE.
- Guayas lidera a implementação: US$ 10,53 milhões prometidos, mais de 117 hectares, 414 empregos diretos citados.
- A aposta é um comércio mais rápido e uma nova indústria; a entrega depende de certeza e segurança.
O retorno do Equador à zona franca é uma história que já passou do tempo. Guayaquil quer reduzir atrasos colocando armazenamento, montagem e distribuição próximos às docas.
A redefinição do final de 2023 criou um novo regime de zona franca e uma rota de migração do estatuto ZEDE, gerida através do CEPAI e de aprovações ministeriais. Um carro-chefe é a Zona Franca Paseo Tablado, em Pascuales.
Foi declarada zona franca por 30 anos no km 22 da estrada Guayaquil – Daule. Permite bens e serviços industriais, logística e atividade comercial. O investimento comprometido registrado é de US$ 9.968.530, e a operadora deve emitir normas internas no prazo de um mês.
O segundo pilar é Posorja, ancorado no terminal de águas profundas da DP World. A DP World afirma que o porto movimentou 955.728 TEUs em 2024 e pretende 1,4 milhões de TEUs até 2026. Os relatórios dizem que a DP World construiu o seu Posorja ZEDE em 2022 e está a alinhá-lo com o novo regime.


Reservou 20 hectares para um pólo industrial e logístico, sendo oito hectares desenvolvidos e em operação. As empresas podem dividir a carga, com parte entrando Equador e parte reexportada.
A rota portuária mais antiga de Guayaquil também está em jogo. A reportagem diz que a Contecon, operadora de Puerto Marítimo Simón Bolívar, está desenvolvendo um projeto próximo e investindo cerca de US$ 10 milhões, ainda sob as regras da ZEDE.
Os incentivos são concebidos para serem competitivos: uma isenção de imposto sobre o rendimento durante cinco anos, depois uma taxa reduzida, mais benefícios aduaneiros e cambiais, mecanismos de IVA e dividendos imposto alívio.
A mensagem é de abertura baseada em regras, e não de controle discricionário. A academia também aderiu. A zona franca da ESPOL foi reconhecida em 24 de dezembro de 2025, com o objetivo de conectar pesquisas, competências e exportadores.
Por que isso é importante no exterior é simples. As exportações de camarão do Equador atingiram 4,254 mil milhões de dólares no primeiro semestre de 2025, e uma logística mais rápida pode mudar as escolhas da cadeia de abastecimento. As autoridades citam as mais de 120 zonas francas da Colômbia como referência regional.