Peru amplia poderes de emergência em Lima e nas províncias do norte em meio ao aumento da criminalidade

Peru amplia poderes de emergência em Lima e nas províncias do norte em meio ao aumento da criminalidade


Pontos-chave

  1. Lima e Callao permanecerão sob regras de emergência por mais 30 dias, a partir de 20 de janeiro de 2026.
  2. As principais províncias do norte, incluindo Trujillo e áreas fronteiriças em Tumbes, terão mais 60 dias a partir de 19 de janeiro.
  3. A polícia mantém o comando, os militares apoiam as operações e alguns direitos constitucionais permanecem temporariamente restritos.

O governo do Peru renovou o estado de emergência na Área Metropolitana de Lima e na província vizinha de Callao, estendendo os poderes extraordinários de segurança por 30 dias, enquanto as autoridades tentam conter o crime organizado e a violência cotidiana nas ruas.

A decisão do gabinete também alarga o foco para o norte. Durante 60 dias, o estado de emergência continuará em Tumbes e Zarumilla, perto do Equador fronteira, e em Trujillo e Virú, na região de La Libertad.

As autoridades argumentam que estas áreas enfrentam pressão sustentada de redes criminosas, incluindo extorsão e crimes violentos, com repercussões no comércio, nos transportes e na vida quotidiana.

Peru estende poderes de emergência em Lima e nas províncias do norte em meio ao aumento da criminalidade. (Foto reprodução na Internet)

Nas renovações, a Polícia Nacional continua responsável pela ordem interna, enquanto as Forças Armadas prestam apoio operacional.

Peru estende medidas de estado de emergência

Os comandantes de segurança são instruídos a definir zonas de intervenção utilizando informações, indicadores de criminalidade, estatísticas e ferramentas de mapeamento da criminalidade, com o objetivo de concentrar recursos onde a violência e a logística criminosa estão mais arraigadas.

A base jurídica é Peruda Constituição, que permite restrições ou suspensões temporárias de direitos específicos durante uma emergência.

As medidas renovadas citam limites ligados à liberdade e segurança pessoal, à inviolabilidade do lar, à liberdade de reunião e à liberdade de circulação.

Em termos práticos, o quadro Lima-Callao também afecta grandes reuniões públicas. Eventos religiosos, culturais ou desportivos de massa podem exigir autorização ao abrigo das regras de inspeção de segurança, enquanto eventos mais pequenos podem ocorrer sem aprovação prévia.

A decisão reflete um padrão e não uma resposta única. A atual extensão Lima-Callao segue decretos de emergência emitidos em outubro de 2025 e renovados até o final de 2025, com o último pedido exigindo novamente um relatório de resultados assim que o período terminar.

Os defensores enquadram as extensões como uma afirmação necessária da autoridade do Estado face aos criminosos que exploram uma aplicação fraca.

Os críticos argumentam que as emergências repetidas correm o risco de se tornarem rotina e argumentam que os ganhos duradouros dependem de processos, prisões e acompanhamento judicial, e não apenas de patrulhas.


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