Pontos-chave
- Um candidato alinhado a Chaves está perto dos 40%, nível que pode encerrar a corrida no dia 1 de fevereiro.
- A violência recorde está a empurrar os eleitores para medidas de segurança mais duras, incluindo uma opção de estilo de emergência.
- A questão mais profunda é institucional, uma vez que os tribunais e as regras constitucionais poderiam ser reescritos após a votação.
A Costa Rica vota em 1º de fevereiro de 2026. Se uma chapa obtiver 40% dos votos, ela vence imediatamente. Caso contrário, os dois primeiros colocados irão para um segundo turno em 5 de abril.
Essa matemática explica a estratégia da oposição. Ele está tentando manter o líder abaixo de 40%. Espera unificar-se na segunda rodada. O campo está lotado, com 20 candidaturas presidenciais.
A favorita é Laura Fernández, do Partido Pueblo Soberano. Ela é apoiada pelo presidente Rodrigo Chaves. A pesquisa CIEP da Universidade da Costa Rica colocou-a perto de 44% entre os prováveis eleitores. Uma pequena mudança ainda pode forçar abril.


Seus adversários estão divididos. Álvaro Ramos, do PLN, obteve cerca de 9%. Claudia Dobles, da Agenda Ciudadana, esteve perto dele. Ela está vinculada ao governo 2018–2022 de Carlos Alvarado.
Ariel Robles, da Frente Ampla, está perto de 4%. José Aguilar Berrocal, do Avanza, está perto dos 3%. Ele está ligado pela família a Nayib Bukele.
Eleição na Costa Rica depende da segurança
Juan Carlos Hidalgo, da PUSC levantou-se tarde. Fabricio Alvarado caiu para cerca de 1,5%. A participação pode decidir o limite. Cerca de 3,7 milhões de costarriquenhos podem votar. Cerca de 26% disseram que ficaram indecisos tarde.
Em 2022, a abstenção rondou os 40%. Outra queda ampliaria as oscilações tardias. O crime é o facto organizador da campanha. Costa Rica não tem exército e vendeu estabilidade.
As rotas da droga e as batalhas portuárias trouxeram mais violência. Mais de 900 homicídios foram registrados em 2023, o ano mais mortal já registrado.
Fernández sinaliza uma aplicação mais rigorosa e ecoa a abordagem de El Salvador. Nos debates, os candidatos discutiram uma ferramenta do estilo “estado de exceção”.
Os críticos alertam que isso pode permitir abusos e pressão política. As redes sociais aguçaram o tom. Chaves também pressiona por mudanças constitucionais para “limpar” o Judiciário e empoderar o Executivo.
Ele não poderá concorrer novamente antes de 2034. Os oponentes argumentam que novas regras poderiam remodelar esse limite. Um bloco forte na legislatura de 57 assentos aceleraria as reformas.